quarta-feira, 27 de maio de 2009

Comentários sobre PPR e PIB

Gostaria de fazer um curto comentário em relação ao artigo “As Falácias sobre o PIB brasileiro” publicado no site do Instituto Mises Brasil. O artigo questiona a famosa identidade macroeconômica: Y = C+I+G+X-M e propõe no seu lugar, como medida do que uma economia realmente produziu, o chamado PPR (Produto Privado Remanescente) que excluiria do cálculo, por exemplo, o G que representa os gastos do governo. Segundo o autor, é uma aberração o G aumentar o PIB (o Y da equação) sendo que é só redistribui riquezas (não cria nada).

O artigo está correto nisso (considerar uma aberração um aumento de G aumentar o PIB), mas a interpretação da tal equação macroeconômica e a solução estão erradas. Bem, uma identidade é, como o próprio nome diz, uma identidade, ela não tem “sentido causal”. Só afirma que Y (produto) é igual a soma do consumo, investimento, gasto do governo, exportações, retirando as importações. O produto de uma economia sempre vai para um desses “itens”, ou ele é consumido ou é investido ou vai parar nas mãos do governo. O termo (X-M) que representa o setor externo, só está dizendo que você exportou parte do que você produziu (por isso você soma X), X não está nem em C, I e nem em G, você simplesmente mandou para fora do país (um novo uso). Mas no item C, I e G podemos ter itens que você não produziu, que você importou, por isso você exclui o M. A identidade é sempre válida (ela é construída para ser sempre válida), você simplesmente “particiona” a economia em várias partes chamadas C, I, G, X e distribui o PIB (Y) entre elas, obviamente evitando a dupla contagem ou itens que não fazem parte do PIB realmente (como o M, por exemplo, que visa tirar dos itens anteriores o que não foi produzido no país).

O que eu disse acima não diz nada sobre “sentido causal” – não diz que o lado esquerdo causa o lado direito ou o lado direito causa o esquerdo. Eu considero que os maiores erros advindos dessa equação têm origem no entendimento de que o sentido causal é da direita para a esquerda (ou seja, é C+I+G+X-M que determina o Y). Essa é a interpretação criticada acertadamente no texto, interpretação que os keynesianos costumam dar quando dizem que o PIB caiu porque o consumo caiu, assim se aumentarmos o consumo ou os gastos do governo, o PIB subirá. A interpretação correta da equação (que é uma simplificação) não é o lado direito causando o lado esquerdo, é simplesmente o seguinte: dado o PIB (Y, que é determinado por escolhas individuais, incentivos, trabalho e capital), ele será “alocado” necessariamente entre consumo (C ), investimento (I ), será mandado para fora, exportado ( X ) ou será tomado pelo governo ( G ). Como dito anteriormente, não só o que foi produzido pelo próprio agente está em C, I e G, logo você exclui M (o que veio de fora, foi produzido lá).

Já podemos ver que a PPR faz menos sentido que o PIB para mensurar o desempenho (o que foi produzido) em uma economia. O que o governo gastou foi produzido pela economia, não “brotou” do nada. O autor do artigo, em defesa do PPR dá o seguinte argumento:

“Para ficar mais claro: imagine uma economia simples na qual os agricultores produziram 1.000 bananas e o governo coletou 200 como impostos, para distribuir da maneira que ele quiser. Assim, os gastos do governo serão de 200 bananas, o que fará com que o PIB seja de 1.200 bananas (produção privada de 1.000 mais gastos do governo de 200). Daí já é possível entender por que essa maneira de calcular o PIB é uma aberração.”

Isso está errado, quer dizer, realmente seria uma aberração se o cálculo fosse feito dessa forma, no entanto a identidade macroeconômica criticada no começo do texto não é formada assim. Se o agricultor produziu 1.000 bananas e o governo coletou 200, o agricultor consumirá ou investirá 800 bananas (C+I = 800) e não 1.000, como o exemplo sugere. Logo, teríamos Y = 1000 (que é a produção da economia), sendo C+I = 800 e G = 200.

A PPR pode fazer sentido em coisas como mensurar o tamanho relativo do setor privado ou mesmo, como o texto coloca, em predizer / explicar a popularidade de um governo, afinal, ninguém gosta de produzir e não receber o benefício por isso. Agora, ela não faz sentido quando o assunto é mensurar a produção ou desempenho da economia. O que o governo gastou também foi produzido na economia, ele não tem uma varinha mágica que faz os bens surgirem do nada.

E como o preço de mercado, no limite, é o “valor na margem” daquele bem para todos os agentes (se um agente tivesse um valor na margem maior que o preço, ele compraria no mercado até o valor na margem se igualar ao preço, se fosse menor, ele venderia no mercado), e dado que o PIB precisa usar uma unidade de mensuração, também não faz sentido afirmar que as bananas ao irem para as mãos do governo passam a ter “valor zero” ou coisa do tipo. O valor na margem da banana é igual para “todos” e igual ao preço de mercado (se o governo quisesse, obteria no mercado tal preço).

30 comentários:

Leandro disse...

Prezado Richard,

Obrigado pela consideração ao texto.

Permita-me, porém, apontar um erro em seu raciocínio.

Quando o produtor produz 1.000 bananas, ele primeiro vai vender essas 1.000 e só então o governo vai coletá-las como imposto.

Ou seja: de fato houve um consumo de 1.000 bananas, sendo que 200 foram coletadas como impostos.

É como o ICMS: para o governo coletar, primeiro tem de haver a venda (que é igual ao consumo).

Portanto, o agricultor de fato vendeu as 1.000 bananas. Só que no ato da venda, 200 foram confiscadas. Mas o consumo foi computado como 1.000.

Daí toda a falácia do PIB.

A Apendix de America's Great Depression fala extensivamente sobre isso.

Abração!

Richard disse...

Leandro,

Se ele vende 1000 bananas e 200 vão como impostos depois de ter vendido as bananas, o consumo é computado como 800 e não 1000 (R$1000 obtidos com a venda, menos os impostos pagos ao governo, que depois volta na conta do PIB somando como gasto, afinal, esses bens foram produzidos - vale lembrar que consumo é uma "função" da renda disponível, ou seja, a que, de fato, ficaria na mão do agente). Não altera nada isso q vc colocou (o fato de ser cobrado impostos "após" o sujeito vender 1000 em bananas). Não há erro nesse aspecto.

Leandro disse...

Bom, se você compra um livro, o valor do consumo que é computado para o PIB é o valor total que você pagou pelo livro. Não se faz a dedução do imposto embutido no valor do livro.

Leandro disse...

Só pra concluir:

Esse seu raciocínio - onde os impostos são deduzidos da conta - vale para o PIB a custo de fatores.

Porém, o IBGE trabalha com o PIB a preço de mercado, que segue exatamente o raciocínio que eu expus.

Richard disse...

Não se faz diretamente (o preço do livro é o preço de mercado e pronto, com ou sem impostos... nem faria sentido excluir impostos, para algo ser "pago", vc precisa ter com o q pagar, ou seja, produzir para pagar). Mas veja, vc comprou um livro de R$11 (supondo o preço = 10 e imposto = 1) - p/ vc fazer isso tem que ter produzido R$11. Sua renda seria R$11, mas você pagou R$1 de imposto, logo sua renda liquida é R$10... vc consume com sua renda liquida (consumo é função dessa renda), que é R$10. Veja que não faz sentido excluir o R$1. Onde foi parar esses R$1 que vc produziu? Foi p/ o governo. Veja que não há necessidade (p/ calculo do PIB em si) separar os impostos do preço do livro (vc separa depois com o que o governo arrecadou). Obviamente faz diferença p/ contar os componentes, mas ai vc faz através da renda liquida (renda sem impostos).

Leandro disse...

Ué, não entendi. Agora você concordou comigo.

Nesse seu exemplo, C = 11, G = 1 (assumindo que o governo gasta o que arrecada).

Exatamente como se calcula o PIBpm.

Nesse caso, PIBpm = 12

Exatamente como o texto diz que o IBGE faz.

Richard disse...

Não. Em termos de divisão de componentes, o sujeito produziu 11, consumiu 10 (que é a sua renda liquida) e pagou ao governo 1. Ele gastou 10 (11 - 1 pagos de impostos) - pagamento de imposto não é consumo nas contas nacionais

Richard disse...

não é consumo, mesmo o preço tendo imbutido impostos.... vc tira isso substraindo os impostos pagos (senão me engano, nem todos os impostos são incluidos e tal, mas é um "detalhe", a "idéia" é correta (a tal equação macroeconomica).... totalmente diferente de dizer que a coisa é tão errada q o G deveria ser subtraído do calculo do PIB)

Leandro disse...

Bom, eu realmente não tenho como deixar minha ideia mais clara.

A metodologia do IBGE, que divulga como número oficial o PIBpm, considera os impostos que você paga indiretamente como consumo.

Quando não se considera esses impostos, aí trata-se do PIBcf, que não é o oficial.

Isso não é uma questão de opinião minha; é simplesmente assim que a agência trabalha.

No seu exemplo:

PIBpm = 12
PPB = 11
PPR = 10

Richard disse...

Novamente: não, Leandro.

Y = C+I+G+(X-M)

sendo que o C = f(Y-T), ou seja, é uma função da renda livre de impostos.

Os impostos são descontados do consumo, mesmo usando preços de mercado (são descontados pela arrecadação do governo).


Mas também não entendi seu pto. Usando o q vc está dizendo, vc admite então que o seu PIBcf é o meio adequado (PIBcf que tbm é calculado pelo IBGE)?
E que a PPR é inadequada (pelo seu critério, tão inadequada qto o PIB que você imagina que o IBGE divulga oficialmente). Realmente não entendi.

Leandro disse...

Richard, eu sugiro que você consulte o manual de macroeconomia da USP para verificar o que eu disse. (Estou com ele em minhas mãos).

O T na função C=f(Y-T) refere-se ao impostos DIRETOS.

Já os impostos INDIRETOS entram no PIBpm. Eles não são subtraídos para então se fazer conta. Eles são inclusos na conta. Parece que eu realmente não consigo convencer você disso.

Se você EXCLUIR os impostos INDIRETOS, você passa a trabalhar com o PIBcf, que não é o oficial.

Portanto, corrigindo a sua fase:
"Os impostos indiretos NÃO são descontados do consumo, mesmo usando preços de mercado (eles NÃO são descontados pela arrecadação do governo)."

Quanto à segunda parte do seu post, em momento algum disse que o PIBcf é bom, até porque ele adiciona o valor do total de subsídios. E também não falei nada de "meu" PIBcf.

Vou tentar ser ainda mais claro:

No seu exemplo, o imposto de R$1, que é um imposto INDIRETO, entra no cálculo do C. Isso não é opinião minha; o IBGE de fato faz isso. Como o G também vai ser 1, temos que:

PIBpm = C + G = 11 + 1 = 12

De novo: isso não é um achismo. O IBGE trabalha assim, por mais absurdo que pareça.

Qual foi o Produto Privado Bruto:

PPB = 11,
que coincidentemente, apenas nesse exemplo, foi igual ao PIBcf. Isso não acontece na realidade por causa dos subsídios.

Qual foi o Produto Privado Remanescente:

PPB = PIB - 2G = 12 - 2(1) = 10

Richard disse...

T é qualquer imposto Leandro, não só impostos DIRETOS. O consumo das famílias são apurados através da renda liquida (descontado todos os impostos) usando os tais "fatores" de proporção.

A arrecadação do governo é composta de impostos diretos e indiretos (e é ela que é separada tanto pelo IBGE qto pelo Tesouro que tbm apura isso)

Sobre subsídios, se eles não forem considerados nos gastos do governo, então eles devem ser somados (eu não sei se são adicionados, acredito que não sejam). Se o governo tributa R$1, e devolve esse R$1 em subsídio não faz sentido não contar (o R$1 foi produzido, o que daria 0 no agregado pela redistribuição, que é o que ocorre com aposentadorias, por exemplo).

Richard disse...

Ah, e continuo não entender. No seu exemplo o PPR, de novo, foi "ruim"... a produção é 11, não 10 (o sujeito comprou um livro de 10 e pagou 1 de imposto, ou seja, só fez isso porque produziu 11, não 10).

Leandro disse...

Mantenho absolutamente tudo o que eu disse.

Eu realmente não entendo por que voc6e não quer aceitar que o IBGE trabalhe assim.

Aliás, nesse manual por mim citado, tem aqui a fórmula do PIBpm:

PIBpm = Pcf (produto a custo de fatores) + impostos indiretos - subsídios.

Realmente não entendo por que você não quer aceitar que seja assim que eles trabalham. Como toda agência estatal, eles não são racionais. Não entendo o seu choque.

Já os impostos DIRETOS de fato não entram em C, mas entram em G.

Lembre-se da igualdade:

Y = C+S+T+M = C+I+G+X

Quanto aos subsídios, você está certo. Exatamente por isso utilizei também os números da Previdência.

Eu realmente sugiro que você dê uma reavivada em Macro I. Eu mesmo tive de fazer uma leitura intensa antes do artigo.

Leandro disse...

"Ah, e continuo não entender. No seu exemplo o PPR, de novo, foi "ruim"... a produção é 11, não 10 (o sujeito comprou um livro de 10 e pagou 1 de imposto, ou seja, só fez isso porque produziu 11, não 10)."


Ué, mas é claro que é menor. Você produziu 11, mas o governo tungou 1 e desperdiçou.

Logo, seu produto privado REMANESCENTE (talvez esteja aí nessa palavra o detalhe que você não pescou) é 10.

Você pode ter produzido 1.000. Se o governo tungar 990, seu produto privado REMANESCENTE será 10.

O PPR sempre será menor que o PPB e o PIB.

Richard disse...

Não entendi o que você quis dizer com "impostos diretos entram em G"... na verdade eles se "cancelam" com G (supondo que o governo gaste o que arrecada). E a arrecadação inclui tanto impostos "diretos", quanto "indiretos"... T aí na igualdade não é só impostos diretos. É tudo que o governo arrecada (enquanto G é o que ele gasta)

Richard disse...

"Ué, mas é claro que é menor. Você produziu 11, mas o governo tungou 1 e desperdiçou."

Ora, não era uma medida para mostrar o desempenho da economia? o quanto foi produzido?

se o governo pegou esse 1 e jogou "fora", isso não exclui o fato da economia ter produzido 11 e não 10. O PIB tenta mensurar isso (o q a economia produz). A PPR não serve p/ esse propósito.

Leandro disse...

Sim, sim, o que eu quis dizer é que os impostos diretos que o governo arrecada são gastos em G.

A arrecadação total obviamente inclui impostos diretos e indiretos, mas não é isso que está em discussão.

O fato é que PIBpm inclui os impostos indiretos - e o G representa o gasto de tudo que o governo arrecadou, com impostos diretos e indiretos.

Só que os impostos DIRETOS não entram na equação, exceto como componente de G.

Leandro disse...

Mas, gente, a PPR é isso: o produto REMANESCENTE!

Esse fato sempre foi deixado explícito; não entendo o assombro.

A economia pode ser extremamente produtiva, mas se o governo tungar tudo, não há melhora do padrão de vida!

Richard disse...

É só ler o seu texto p/ entender o assombro. A economia não produziu PPR, ela produziu "PIB"....

a falácia do pib, segundo vc é que ele "hipermensura" o que a economia produz (pq soma o governo, por exemplo). E não é isso. O governo tem que "ser somado" mesmo.... é a PPR que "some" com um pedaço do que foi produzido. É um método errado.

Leandro disse...

A economia produziu PIB, isso ninguém discute.

Porém o governo, ao tungar parte do produto, deixa apenas a fatia restante para ser usufruída.

E é isso que o PPR calcula. O que foi deixada para você, que é o que de fato vai melhorar a sua vida.

De que adianta ser um indivíduo extremamente produtivo se o seu senhor vai-lhe confiscar tudo?

Não é vantagem nenhuma. É melhor ser menos produtivo, porém poder ficar com os frutos do seu trabalho.

Por isso o PPR é o método que melhor traduz a sensação de enriquecimento real da população.

Richard disse...

Bem, vc discutiu no texto:

Esse trecho não se refere justamente a isso (grifos meus)?

"Logo de início, já se estranha o fato de as importações contribuírem para o decréscimo do PIB. Não faz sentido. Se a economia está importando maquinário e bens de capital, isso irá torná-la mais produtiva, e não menos, que é o que a equação sinaliza.Mas esse detalhe excêntrico nem de longe é o pior - por isso não vamos tratar dele neste artigo. O que realmente chama a atenção na equação é o fato bizarro de que um aumento dos gastos do governo gera um crescimento da economia!Essa equação faz sentido apenas no mundo maravilhoso de Keynes, onde cavar buracos para em seguido tapá-los contribui para o enriquecimento e aumenta o bem-estar geral de toda a população."

Leandro disse...

Não entendi o que o você está tentando mostrar, confesso.

Mas mantenho tudo o que disse no trecho acima.

Richard disse...

Tem esse outro aqui, embora "nebuloso" pelo termo "real valor da riqueza"

"Foi pensando nisso que os economistas da Escola Austríaca, capitaneados por Murray Rothbard, criaram uma maneira mais acurada de se medir o real valor da riqueza de uma economia . A esse resultado eles deram o nome de PPR: Produto Privado Remanescente."

Para mim está claro que é uma contestação na mensuração do que a economia produz.

Richard disse...

O que eu estou tentando mostrar é bem simples: que a PPR é um método errado de mensurar o que a economia produz (na verdade mais errado que o PIB considerando aqui a questão dos impostos indiretos do PIBpm). O PIBpm distorceria pelos impostos indiretos p/ cima (que é uma fração do tamanho do governo)... o PPR distorceria pelo dobro do tamanho do governo p/ baixo....

Leandro disse...

Não, meu caro, o que está claro é que o PPR mede a riqueza REAL da economia. Isto é, a riqueza remanescente após a garfada do governo.

Richard disse...

Na verdade, ela não mede nem a riqueza (assim como o PIB tbm não). Um carro produzido ano passado é "riqueza da economia" e não entra nem no PIB e nem na PPR desse ano. Ela mediria algo como a "renda", a produção da economia em um intervalo de tempo (um fluxo).

Agora, nem a "produção real" da economia ela mede, afinal, o que o governo gastou também foi produzido, como eu digo no texto. Minha critica foi exatamente essa, ela é uma maneira errada de medir o que foi produzido.

Anônimo disse...

Gastos públicos aumentam, e Tesouro Nacional reconhece que contas no vermelho podem se repetir em outros meses

Sendo o gasto do governo uma variante do PIB, analizando a frase acima, citada nos jornais de hoje, o PIB não se torna falacioso?
Obrigado
Amauri

Elbeli Silva Kadosh disse...

Gostaria de saber como fazer o cálculo do ∆g = ∆i (sendo que o gasto do governo é igual ao investimento do governo).

y=c+i+g+(x-m).

Não consigui fazer, se alguém puder me ajudar, meu e-mail é: elbellysilva25@gmail.com

Grato.'.

Elbeli Silva Kadosh disse...

Gostaria de saber como fazer o cálculo do ∆g = ∆i (sendo que o gasto do governo é igual ao investimento do governo).

y=c+i+g+(x-m).

Não consigui fazer, se alguém puder me ajudar, meu e-mail é: elbellysilva25@gmail.com

Grato.'.